sexta-feira, 17 de agosto de 2012

HOSPITAL MATERNIDADE PRESIDENTE CAFÉ FILHO



VÍDEO PRODUZIDO POR POPULARES E PUBLICADO NO YOUTUBE EM 02/04/2012 MOSTRA A REALIDADE NO MUNICÍPIO DE EXTREMOZ/RN E COMO FICA A RUA PRINCIPAL E A ENTRADA DO ÚNICO HOSPITAL E MATERNIDADE PRESIDENTE CAFÉ FILHO.

Vereadora Arilandia Gomes propõe construção de um centro municipal de artesanato com centro de informações turísticas

 

No exercício do seu primeiro mandato como vereadora da cidade de Extremoz/RN, seguindo as normas do regimento interno da câmara dos vereadores daquela cidade, ARILANDIA GOMES vem trabalhando com o foco totalmente voltado para um maior desenvolvimento do município e uma melhor qualidade de vida de toda população.

 
 
Desta forma, torna-se publico para conhecimento e acompanhamento por parte de toda a população, a solicitação em forma de requerimento de autoria da vereadora ARILANDIA GOMES à Prefeitura do município de Extremoz/RN, para que seja construído um centro municipal de artesanato com ponto de informações turísticas na praia de Genipabú.
Este requerimento de autoria da vereadora ARILANDIA GOMES se fortalece com sua justificativa em fomentar o desenvolvimento artístico cultural do município de Extremoz, bem como estimular os artesãos locais com a geração de emprego a partir da mão de obra qualificada, além de possibilitar renda para esses profissionais e suas famílias, destacando ainda o crescimento com possibilidade de uma maior visibilidade quanto ao potencial turístico da nossa região.
 
 
 
 

 
 
 
 

Requerimento Conclusão Obra da Creche Loteamento Manai

Vereadora Arilandia Gomes cobra da Prefeitura de Extremoz a conclusão da obra da creche localizada no loteamento Manai


No exercício do seu primeiro mandato como vereadora da cidade de Extremoz/RN, seguindo as normas do regimento interno da câmara dos vereadores daquela cidade, Arilandia Gomes vem trabalhando com o foco totalmente voltado para um maior desenvolvimento do município e uma melhor qualidade de vida de toda população.
 
 
Desta forma, torna-se publico para conhecimento e acompanhamento por parte de toda a população, a solicitação em forma de requerimento de autoria da vereadora Arilandia Gomes à Prefeitura do município de Extremoz/RN



  • Para que seja concluída a obra de conclusão da creche localizada no loteamento do Manai
A vereadora Arilandia Gomes justificou em seu requerimento que a conclusão dessa obra é de suma importância para as famílias do loteamento Manai, bem como é importante para as famílias do KM 23, Carão, Centro e Alto da Bela Vista que hoje tem que deslocar grandes distâncias para manter seus filhos estudando e poder tornar viável o seu trabalho. 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MP inicia audiência para discutir recuperação da orla de Ponta Negra

A demora na realização de uma perícia técnica sobre a situação em que se encontra o calçadão de Ponta Negra, que foi desmoronado e erodido pelas ressacas do mar, é ao ver do Ministério Público um dos problemas principais para encontrar uma solução para o caso. A promotora de Defesa do Meio Ambiente, Gilka da Mata, acabou de abrir o debate em torno da recuperação do calçadão da avenida Erivan França e posicionou "que está surpresa" com a relutância da Prefeitura de Natal em ter o Estado como parceiro na recuperação da área e ainda não ter uma definição sobre o laudo pericial, que terá um custo de R$ 118 mil.


Adriano AbreuPromotora Gilka da Mata abriu a discussão sobre o calçadão de Ponta NegraPromotora Gilka da Mata abriu a discussão sobre o calçadão de Ponta Negra

Na audiência pública que ocorre neste instante no auditorio Walderedo Nunes do Ministério Público Estadual, no Alto da Candelária, participam ambientalistas, promotores e representantes de órgãos oficiais que cuidam das questões ambientais. A promotora Gilka da Mata informou que a perícia foi solicitada em 7 de julho mas não foi realizada até agora, mesmo depois da inspeção da situação atual do esgotamento sanitário que foi realizada nesta quarta-feira, dia 15.

Também existe um imbróglio porque a Prefeitura não concorda que os recursos liberados pelo governo federal para recuperação do calçadão de Ponta Negra não tenha uma parte destinada aos estudos de dinâmica costeira. O Ministério Público defende, inicialmente, a execução de medidas emergenciais de segurança, como o isolamento da área, que já foi feito; em uma segunda etapa, a realização das obras de contenção, recuperação e segurança da área; e, em terceiro lugar, a realização do estudo de dinâmica costeira, para então ser feita a restauração propriamete dita.

O secretário adjunto da Semov, Sueldo Medeiros, disse que o projeto da orla de Ponta Negra começou errado desde o início, porque não levou em conta, segundo ele, um estudo de dinâmica costeira, relacionadas a clima, ventos, temperaturas e outras variáveis.

Fonte: Tribuna do Norte

Prazo para inscrição no concurso da OAB termina hoje


As inscrições para o VIII Exame de Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) encerram-se às 13h59 desta quinta-feira (16). A taxa de inscrição é de R$ 200 e pode ser feita no site da OAB ( www.oab.org.br ) ou no site da FGV Concursos ( http://oab.fgv.br/ ), responsável pelas provas. As incrições podem ser pagas até esta sexta (17), consolidando a homologação de sua inscrição com a efetivação do pagamento.

Quando o candidato for realizar sua inscrição deverá optar pela cidade a qual fará sua prova, assim como a área jurídica da prova. As opções são: direito administrativo, civil,constitucional, do trabalho, empresarial, penal ou tributário. A primeira fase, de provas objetivas,s erá realizado no dia 9 de setembro. O edital informa que o local de prova dos candidatos será publicado no dia 3 de setembro.

Ao total, a primeira fase conta com 80 questões das quais são encessárias 40 corretas para passar para a segunda fase do concurso. O resultado das provas objetivas será divulgado dez dias após a prova, no dia 19 de setembro. A segunda etapa acontecerá no dia 21 de outubro e o candidato deve redigir uma peça processual com valor máximo de cinco pontos, além de responder quatro questões no formato de situações-problema. Cada questão valerá, no máximo, 1,25 ponto. 

O local das provas da segunda fase sai no dia 15 de outubro e o resultado final das provas será divulgado no dia 8 de novembro, data de início dos pedidos de recurso dos candidatos.

Fonte: Tribuna do Norte

Pacientes são entubados sem sedativos no Walfredo Gurgel

Os efeitos das medidas emergenciais anunciadas há 41 dias, pelo Governo do Estado, para melhorar o atendimento hospitalar na rede pública ainda são tímidos e pouco mudaram a situação de escassez, improvisos e sofrimentos no Hospital Walfredo Gurgel. Na tarde de ontem, 103 pacientes estavam distribuídos em macas pelos corredores - 48 deles eram da ortopedia - a espera de vagas para transferência. No Centro de Recuperação de Operados (CRO), outroa 10 pacientes em macas. E, na Reanimação, 17 estavam entubados sem receber qualquer tipo de sedativos e também à espera de vagas em UTI's. Segundo a direção do HWG, os problemas no desabastecimento da farmácia - outro item em falta eram anestesias peridural para pequenas cirurgias - deverão ser superados em setembro.


A situação presenciada pela equipe de reportagem e relatada por médicos plantonistas é crítica - "apesar do decreto".

Pacientes no setor de reanimação permaneciam entubados - com ventilação mecânica - sem uso de sedação. "Temos hoje 17 pacientes entubados, na reanimação - que foi transferida para outro setor com a interdição do Cremern - nessa situação. Entubados e conscientes por falta da medicação", afirmou o médico plantonista Francisco Braga.

O desabastecimento afetou também a realização de cirurgias. Sem anestesia local, todos os pacientes são obrigados a receber a anestesia geral, independente do tipo de cirurgia. A medida, entretanto, não traz qualquer prejuízo aos pacientes, garante o plantonista Francisco Braga.

O problema seria no intervalo para atendimento entre os pacientes, que passa a ser maior, devido ao efeito da anestesia geral - cerca de uma hora. "Para receber novos casos, os médicos precisam observar o paciente. Enquanto com a peridural, já libera em seguida, para fazer o outro atendimento", disse.

Plantonistas do Centro Cirúrgico, que prefiram não se identificar, informaram que o lote de anestesia peridural estaria vencido.

Outra medida prevista no Plano de Ações e ainda não viabilizada é a criação dos leitos de retaguarda. Os 17 pacientes entubados na reanimação aguardam vagas de UTI para serem transferidos. Na UTI cardiológica, dos dez leitos, quatro estão inativos por falta de aparelho.

Nos corredores dos diversos setores, 103 pacientes estavam acomodados em macas à espera de leitos. Destes, 48 eram da ortopedia e aguardavam transferência para outras unidades. Outros 18 casos de "pés diabéticos" esperavam pela liberação no Hospital Ruy Pereira. Segundo informações da Unidade de gerenciamento de Vagas (UVG), o Município, responsável pela pactuação com a ortopedia de baixa e média complexidade, informou que não há vagas nos hospitais credenciados (Hospital Memorial e Médico Cirúrgico) para a transferência.

O Centro de Recuperação de Operados do HWG - onde ficam os pacientes recém-cirurgiados - funcionava acima da capacidade. Além dos nove leitos, outras dez macas se apertavam na unidade e corredor. "É na base do improviso, não são as condições ideais mas é o que podemos fazer para dar a assistência e minimizar o sofrimento", disse outro plantonista.

A TRIBUNA DO NORTE tentou, sem sucesso, contato com a direção dos Hospitais Memorial e Médico Cirúrgico, bem como a Secretaria Municipal de Saúde.

O problema não se limita ao Walfredo Gurgel, no Santa Catarina, na zona Norte, os médicos trabalhavam sem medicamentos vasodilatadores coronarianos - usados no tratamento de insuficiência coronária - e até reagentes usados nos exames laboratoriais. "O desabastecimento permanece apesar do mecanismo legal, o decreto de calamidade, que deveria acelerar essas melhorias não surtiu efeito na ponta. È preocupante", disse o médico e ex-diretor do Santa Catarina, Sebastião Paulino.

Desabastecimento deve ser sanado em setembro

O estoque de medicamentos e insumos do maior Hospital do Estado era, até ontem, equivalente a 39% do necessário para atender a demanda normal da unidade, conforme informou a diretora geral da unidade, Fátima Pereira. "O estoque chegou a zero com a vacância na direção. Esperamos normalizar, dentro do prazo estabelecido o Plano de Ação, que é de 60 dias do decreto (em 4 de setembro)", acredita a diretora. O decreto de calamidade da saúde foi feito em 4 de julho. Os primeiros medicamentos e insumos chegaram ontem, em meio a ameaça de paralisação de serviços, como a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da cardiologia do HWG, que se encontrava na segunda-feira, também sem sedativos.

Caso não tivesse chegado, explicou a diretora geral do Hospital, Fátima Pereira, os médicos haviam anunciado que não receberiam novos pacientes e os internos teriam que ser transferidos para outras unidades. "Recebemos hoje pela manhã medicamento, em quantidade ainda pequena, mas que dará o suporte semanal aos serviços de urgência, mais prioritários".

O Hospital recebeu ontem os anestésicos Sevorane, Neocaína, Fentanila 2 ml e Dormonid (remédios usados para induzir ao sono pacientes com aparelhos de ventilação mecânica), entre outros dispensados pela Unicat, além de drenos de tórax e insulina - escassos durante o final de semana.

Fátima Pereira esclareceu que o anestésico peridural, usado em procedimentos cirúrgicos, não está fora do prazo de validade, mas o medicamento pode ter algum tipo de avaria que não produz o efeito no tempo esperado. Com isso, muitos profissionais optam pela substituição.

Segundo a chefe do setor de farmácia, Carla Francisca, o Hospital aguarda a entrega da Fentanila de 10 ml para a próxima semana. Enquanto isso, para surtir o mesmo efeito, o de 2 ml recebido ontem é usado em quantidade cinco vezes maior. A médica informou ainda que em reunião realizada na manhã de ontem, com diretores de todos os hospitais da capital, o secretário Isaú Gerino pediu cooperação mútua para minimizar o abastecimento nas unidades.

Alaíde Menezes, diretora da Unicat, justificou que a compra de insumos e medicamentos foi feito com diversos fornecedores e, por isso, a entrega tem prazos diferenciados. Com o decreto de calamidade em 4 de julho, houve na última semana, o empenho de R$ 5 milhões para aquisição de medicamentos e insumos, dentro do Plano Emergencial elaborado para enfrentar a situação. As demais ações, inclusive a implantação da Central de Regulação de leitos, deve obedecer o mesmo prazo - 60 dias. "Isso dará solução para a superlotação que enfrentamos. Hoje com 103 nos corredores e no fim de semana, chegou a 116", disse Fátima Pereira.

Bate-papo

Isaú Gerino, secretário estadual de Saúde

O senhor tem conhecimento do desabastecimento no Hospital Walfredo Gurgel?

Estou aqui (na Secretaria Estadual de Saúde) há um mês e meio e essa situação nós encontramos; não só no Hospital Walfredo Gurgel como na rede toda. Para isso tem o decreto da governadora de calamidade. Já fomos a Brasília, a governadora liberou uma verba. Compramos R$ 4,1 milhões de medicamento. Estamos no processo de aquisição de insumos na parte de material médico-hospitalar. Estamos tentando com ajuda do Ministério da Saúde, fazer a reposição não só do Walfredo Gurgel como de toda rede.

A informação que eu recebi é que o senhor está tendo dificuldade de marcar audiência com o secretário de Planejamento (Obery Rodrigues)?

Amanhã (hoje) temos uma reunião com todos os secretários (às 15h, no Centro Administrativo). Acredito que vamos tratar também de assuntos que se relacionam à pasta da Saúde, como também de outras secretarias.

O senhor acredita que possa estar ocorrendo falta de sensibilidade dos demais secretários para liberarem recursos para Saúde?

Acredito que dificuldades financeiras há no Governo, não só aqui, mas no Brasil como um todo, há esses problemas. O plano nosso de enfrentamento é reforçar os hospitais regionais, para isso foram escolhidas sete unidades. Houve início das obras de estruturação de cinco hospitais. Estamos vendo a parte também de insumos, porque os que compramos estão chegando (ao final). Tudo isso demanda tempo, temos que seguir os trâmites legais para as compras. É preciso fazer a pesquisa de mercado para fazer a compra com a melhor condição para o Estado.

Com todas essas dificuldades enfrentadas pela Secretaria de Saúde o senhor pensa em entregar o cargo?

Não.
Em quanto tempo começará, efetivamente, a recuperação da Secretaria Estadual de Saúde?

Entenda que nem sempre o que planejamos a gente pode executar. Tivemos reunião com o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, a reitora da UFRN (Ângela Paiva) e o diretor do Hospital Onofre Lopes. Lá ficou acertado 60 leitos de retaguarda (do HUOL). A burocracia e legislação dificultaram. Quando chegamos aqui estava tudo acertado, a universidade bancaria o pessoal de apoio. Aí veio a informação de que não poderia ter cessão porque havia uma acórdão do Tribunal de Contas da União que não permitiria a contração do pessoal de apoio. Com isso ficou inviável e, como alternativa, junto com a governadora e com o hospital da Polícia, estamos viabilizando todos os nossos esforços para o Hospital da Polícia. Estamos fazendo toda estrutura. Embora o Hospital da Polícia pertença a Secretaria de Segurança, mas temos que ter parceria porque os dois são próprios do Governo do Estado.

Walfredo Gurgel

Decreto Calamidade - Plano

Conclusão em 30 dias

- R$ 600 mil em repasses para custeio de hospitais da rede estadual, da Região Metropolitana de Natal, pelo Ministério da Saúde. Deste total, R$ 300 mil serão para o Walfredo Gurgel;

Conclusão em 90 dias

- R$ 4,7 milhões em investimentos do Ministério da Saúde para a criação de uma Central de Regulação Única (CRU) para gerenciamento dos leitos da rede pública de saúde do RN, com implantação do sistema e capacitação de profissionais;

- 59 novos leitos de UTI, dos quais 10 UTIs gerais no Walfredo Gurgel;10

Conclusão em 180 dias

- R$ 13 milhões via recursos do Governo do Estado para reforma, restauração ou ampliação d rede hospitalar, entre eles o Walfredo Gurgel;

- R$ 12 milhões via Ministério da Saúde para reforma e equipagem das emergências de quatro hospitais da Região Metropolitana de Natal: Walfredo Gurgel, Santa Catarina, Maria Alice Fernandes, em Natal; e Deoclécio Marques, em Parnamirim;

- R$ 5 milhões em investimentos com recursos próprios para garantir o abastecimento imediato das necessidades básicas dos hospitais da rede estadual;

Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Estado paga parte de dívida com terceirizados da Saúde e serviços voltam ao normal

Os servidores do Estado que são terceirizados pelas empresas SAFE e JMT, que estavam com atraso de pagamentos por volta de R$ 7 milhões e R$ 5 milhões respectivamente, receberam na última terça (14) o pagamento correspondente ao mês de julho. As informações são do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde do RN (sipern).


Como foi pago parte da dívida, os servidores da SAFE que entraram em greve na última segunda (13) e da JMT ( que entraraim em greve hoje caso o pagamento não fosse feito pelo Governo do Estado até ontem) suspenderam a greve, assim como a possibilidade de iniciar o movimento grevista. Esta suspensão ocorreu devido a uma audiência com representantes do Estado e das empresas estar agendada para o dia 23, com a empresa SAFE, e para o dia 29, com a JMT.

Enquanto em greve, os cerca de 800 trabalhadores responsáveis por serviços gerais nos hospitais de rede pública estavam disponibilizando apenas 30% de seu total para trabalhar, cumprindo as determinações da Lei de Greve. O Hospital Walfredo Gurgel, o Santa Catarina e o João Machado foram as unidades mais prejudicadas por ficarem sem os serviços prestados por esses profissionais da SAFE.

Fonte: Tribuna do Norte